Tabela de verbos para a redação dos objetivos instrucionais no domínio cognitivo

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Fonte:

Ferraz, & Belhot (2010). Taxonomia de Bloom: revisão teórica e apresentação das adequações do instrumento para definição de objetivos instrucionais. Gest. Prod., São Carlos, v. 17, n. 2, p. 421-431. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/gp/v17n2/a15v17n2.pdf

Construção de quebra-cabeças

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Podem parecer coisa de crianças mas a verdade é que atividades lúdicas como quebra-cabeças também podem ser utilizados com sucesso em outros contextos.

Um estudo de 2009 mostrou que puzzles (quebra-cabeça do tipo ‘encontre as palavras’) foram boa estratégia para auxiliar no aprendizado de novos termos relacionados ao estudo do sistema hematológico. De acordo com os estudantes de medicina o método foi eficaz para o aprendizado de conceitos importantes e para a colaboração em grupo.

Para construir puzzles tente usar o site Tools for educators. Na primeira caixa em branco no site, adicione as palavras a serem encontradas. Na segunda caixa, adicione, se necessário, dicas para as palavras.

Programa Pró-Ensino na Saúde (IP/FCE-UnB) realiza I Jornada de Pesquisa

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De 30/05 a 01/06 ocorrerá a I JORNADA DE PESQUISA EM ENSINO NA SAÚDE IP/FCE-UnB, das 08 às 19h, no Auditório da Psicologia (Sala AT-141). Nestes três dias ocorrerão as apresentações dos projetos dos mestrandos e doutorandos do Programa, com a participação dos orientadores e um debatedor objetivando contribuir para o aperfeiçoamento final dos projetos de pesquisa aprovados.

Adicionalmente, e como diferencial desta Jornada, foram convidados professores das universidades que também foram contemplados pela CAPES com Programas similares. A conferência de abertura será do Dr. Nildo Alves Batista (UNIFESP) sobre “Ensino na Saúde: desafios e perspectivas de pesquisa” e a de encerramento do Dr. Ricardo Burg Ceccim (UFRGS) sobre “A gestão da educação e do trabalho em saúde”. Ocorrerão ainda outras palestras e/ou rodas de conversas com os Drs. Waldomiro Carlos Manfroi, UFRGS (“Ensino na Saúde: o difícil caminho da implementação do novo”), José Ivo dos Santos Pedrosa, UFPI (“Práticas educativas e os desafios para o ensino na saúde”) e Heloísa Brunow Ventura di Nubila, USP (“Formação e desenvolvimento docente em saúde”).

O Comitê Gestor do Pró-Ensino na Saúde convida toda a comunidade IP e UnB para participar!

(Veja Programação completa aqui)

Fonte: Instituto de Psicologia (UnB)

Tecnologias no Ensino e Aprendizagem

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Tecnologia é uma forma de conhecimento já que a mesma não faz sentido sem o saber como usá-la, consertá-la, fazê-la. Também pode ser entendida como um conjunto de práticas, valores e efeitos ligados a uma técnica particular num campo particular. O uso de tecnologias em situações de ensino e aprendizagem é comum e pode incluir a sala de aula e suas ferramentas (quadro negro, giz, livros) assim como a web e seus recursos como videocasts, podcasts, e-mail, lista de discussão etc.

Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTICs) são então ferramentas pedagógicas, que contemplam tecnologias antigas (como o texto) e incluem aquelas advindas da informática, que permitem a estocagem e a transmissão de informações em quantidade, qualidade e velocidade inéditas e que têm como característica essencial a imaterialidade da informação. Devem ser escolhidas para um determinado contexto de ensino aprendizagem, considerando as características da clientela, sua acessibilidade aos meios, os objetivos pedagógicos e a elaboração dos currículos, afim de potencializar ao máximo as possibilidades de aprendizagem autônoma.

Estas NTICs estão cada vez mais presentes na vida cotidiana. Por isto, apesar de nem sempre mostrarem-se mais relevantes ou eficazes em situações de ensino e aprendizagem, sua integração à educação é fundamental visto que aumentam a acessibilidade à informação, o grau de interatividade entre estudantes e entre estes e seus tutores e o grau de autonomia dos aprendizes. Contudo, como NTICs não cumprem seu papel sem o cuidadoso desenho instrucional, a formação de professores e a produção de conhecimento pedagógico são condições essenciais à melhoria da qualidade de ensino e aprendizagem.

Fonte: BELLONI, Maria Luiza. Educação a Distância. Cap. 4 (Meditização). 5ª ed. Autores Associados. 2009.

Design Instrucional

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De acordo com Andrea Filatro design instrucional é uma ação sistemática e intencional de ensino que envolve o planejamento, o desenvolvimento e a aplicação de métodos, técnicas, atividades, materiais, eventos e produtos educacionais em situações didáticas específicas, a fim de promover, a partir dos princípios de aprendizagem e instrução, conhecidos, a aprendizagem humana.

Também conceitua design instrucional de forma resumida como um processo (conjunto de atividades) de identificação de um problema (necessidade) de aprendizagem, afim de desenhar, implementar e avaliar uma soluçã0 para esse problema.

Lembra que além de um processo, o design instrucional é uma teoria, corpo de conhecimento voltado à pesquisa e à teorização de estratégias instrucionais. Fundamenta-se da fusão de diferentes campos de conhecimento como as ciências humanas (psicologia social, cognitiva, do comportamento e do desenvolvimento humano), ciências da informação (comunicação, mídias audiovisuais, gestão da informação e ciência da computação), ciências da administração (abordagem sistêmica, gestão de projetos, engenharia de produção).

O designer ou desenhista instrucional é responsável por projetar soluções para problemas educacionais específicos.

Objetivos de aprendizagem

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Um objetivo é a descrição significativa de um desempenho que  desejamos que os alunos sejam capazes de exibir. Descreve o resultado que se pretende alcançar com o ensino ou processo de ensino. O melhor enunciado é aquele que exclui a possibilidade de que seu propósito venha a ser confundido com outro qualquer.

Objetivos bem formulados permitem a melhor seleção ou planejamento de métodos, materiais ou conteúdos de aprendizagem. Faz co que se pense séria e profundamente sobre o que vale a pena ensinar. Também fornecem aos estudantes um meio de organizar seus próprios esforços para alcancá-los. Ainda, a formulação precisa dos objetivos permite a avaliação dos resultados alcançados.

Três características ajudam o objetivo a comunicar o seu propósito:

  • Desempenho: aquilo que o aluno deve ser capaz de fazer (escrever,  enunciar, enumerar, desenhar, identificar, classificar, solucionar, construir, comparar, listar, contrastar…).
  • Condições: quando o desempenho deve ocorrer e como? Em um hospital. Cálculo com ou sem o uso de calculadora?
  • Critério: quão bom deve ser o desempenho para ser considerado satisfatório. Pode ser um limite de tempo em que um dado desempenho deve ocorrer, a duração de uma prova. Poderia ser também a precisão ou qualidade do desempenho.

Nem sempre é necessário ou pratico incluir o segundo e o terceiro critérios, porém quanto mais dissermos acerca deles mais o objetivo vai comunicar.

Referencia: Robert F. Mager. A formulacao de objetivos de ensino. Porto Alegre: Globo, 1978.

Critérios do trabalho científico

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Formais:

  • Coerência – o discurso não pode ser contraditório;
  • Consistência – o discurso deve ser uma peça bem fundamentada;
  • Sistematicidade – o assunto deve ser adequado a realidade que se propõe investigar;
  • Originalidade – interpretação própria;
  • Objetivação – privilegiar a busca da realidade, ou seja respeitar o objeto da pesquisa;
  • Discutibilidade – aberto ao dialogo  (formulação de termos que sejam convidativos).

Políticos

  •  Intersubjetividade  – o consenso dos cientistas (professores x pesquisadores);
  • Argumento de autoridade – o mérito para o argumento – qualidade de pesquisa suficiente;
  • Argumento de pericia – não podemos dar conta de tudo – busca de várias fontes (opiniões);
  • Relevância social – a importância do tema para o desenvolvimento da sociedade ;
  • Ética – a quem serve a ciência?